O jogo abandona o estilo de tiro característico de Jesse e aposta em combate corpo a corpo com sistema de combos. A mudança não é só estética: ela abre espaço para um mundo maior, com múltiplos protagonistas, cada um com sua própria forma de encarar situações e contar a história.
O novo protagonista é Dylan, irmão de Jesse. Diferente dela, Dylan passou quase toda a vida preso dentro do FBC sob influência da Hiss, uma bagagem que promete uma narrativa mais densa, focada em descoberta e evolução pessoal.
O combate foi inspirado na movimentação rápida de Doom (2016) e na intensidade de God of War (2018), mas sem virar um soulslike. A proposta é reagir ao ambiente em tempo real — a gravidade pode funcionar de forma diferente dependendo do inimigo ou da situação, tornando cada confronto um quebra-cabeça de habilidades paranormais.
Ficar parado é a única estratégia que não funciona. O jogo exige movimento constante, uso ativo de poderes e controle de grupos de inimigos com táticas variadas.
Control Resonant não tem data confirmada, mas já se posiciona como uma das apostas mais ambiciosas da Remedy, um universo familiar apresentado de um ângulo completamente novo.









